quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Candlelight







Muita gente passou aperto no apagão da madruaga de ontem. Confesso que até gostei. Foi uma ótima oportunidade para acalmar, olhar o céu e acender as velas que tenho em casa. Foi lindo jantar à luz do meu candeeiro, igualzinho a este da foto acima. Torço para que não haja mais apagão como este, mas que tal apagar as luzes pelo simples prazer de deixar a casa com o clima romântico da candlelight?















E claro, este do regador, que lembra um bule de... chá!




quinta-feira, 19 de março de 2009

Confissões de uma refugiada! =)


15 de março - O Dia em que tomei refugio no budismo, isto é, o dia em que optei, diante de um mestre, o nosso monge da KTC, Khenpo Khenrab, a seguir os ensinamentos budistas para o bem de todos os serem senscientes.

Na hora muita coisa pela nossa cabeça. É lindo. É forte e dá medo. É uma grande decisão, no sentido de ser uma decisão muito abrangente, que estará comigo em cada pensamento, palavra e gesto que direcionarei ao mundo. Um grande exercício de auto-observação e auto-conhecimento.

Como falei, na hora pensamos em muitas coisas. Mas ao contrário de grandes teorias filosóficas, dois pensamentozinhos não saíam da mente: o sashimi de salmão, meu prato predileto, disparado. E o carrapato do Kalu. Sério, explico:

Ao tomar refúgio, comprometo-me a nunca mais matar nenhum ser vivo. Ou seja!! Não posso mais matar nenhum bichinho, nem mesmo os carrapatos do meu Kalu. Afinal, os carrapatos também estão em evolução né.

E pelo mesmo motivo, comer um animal é compactuar com o interrompimento de sua vida antes do fim de seu ciclo... Ou seja, um momento de graaande desapego: abrir mão do meu prato predileto, adeus salmaãaao! Ai que dificil, Buddha!

Mas vamos que vamos. E vamos bem ó, hoje por exemplo, achamos uma amiga não muito bem-vinda na nossas plantas da varanda: a senhora lacraia, senhora mesmo, graaande, escondida nas folhagens... E nao podíamos hospedá-la por muito tempo, temos uma pequena ferinha em casa que adora caçar animaizinhos sem saber que pode ser picado por eles.

Então, o primeiro impulso foi pegar um chinelo para matá-la, claro. Mas aí, depois de alguns segundos de profunda reflexão e inspiração em Buddha, uma idéia mais fofa: Rafael embrulhou a bichinha em um saquinho e jogamos ela para fora de nossa casa, sem matá-la.

Um grande exercício para nossa iluminação! E assim a iluminação chegará. Um dia ela chega! =)

quarta-feira, 4 de março de 2009

O MUNDO começa dentro da minha casa

Ai..

Hoje li um post intitulado "cuidado com o esquerdismo tosco" no blog "oleododiabo" (que nomezinho de mau gosto...) que falava muito mal do artigo de um antigo amigo do Fazendo Media, projeto que ajudei a criar na época da UFF e que hoje em dia não tenho mais contato, mas ainda nutro algum carinho nostálgico dos tempos em que também acreditava que esquerdas e direitas eram coisas distintas e não via a unicidade entre elas...

Bom, por que estou falando disso? E por que comecei a escrever às 10h57 da manhã com um preguiçoso "Ai.."?

Na verdade, me enche um pouco a paciência ver que as pessoas ainda se prendam tanto ao conceito de esquerdas e direitas que a política de décadas atrás nos fez acreditar que existiam.

Me irrita, na verdade, ver que textos deste tipo sejam reflexo da incapacidade destas pessoas em enxergar a grande simbiose e interdependência que existe entre estas duas linhas de frente do mundo politiquês. Se a direita não existisse, a esquerda tão pouco teria nascido. Se a crença da direita não esmagasse as pessoas contra a parede da miséria, a crença da esquerda não cuspiria tanta raiva diante das cercas que separam os que têm dos que sonham em ter...

Durante muito tempo estive no lado esquerdo desta cerca, acreditando que somente por meio do grito e da força (até em luta armada chegava a cojitar na época da UFF, achando que o MST, por exemplo, era às vezes até muito passivo diante das sacanagens do latifundio) a gente mudaria o mundo! Mas isso era quando ainda acreditava que o mundo era cheio de compartimentos, segmentado, assim como as coisas que eu construía em minha vida, assim como eu via a mim mesma... E assim, segmentada, cheia de preconceitos e pouca consciência, eu acreditava que mudaria o mundo?

Mas pera lá, cara pálida, mudar o mundo? Respira aí e me responda: você, que segura esta bandeira, já mudou a si mesmo?
Já enxergou suas próprias "direitas e esquerdas" em conflito dentro de você?
Já equilibrou os impulsos egoístas que brigam com a sua compaixão?
Já separou o seu lixo hoje?
Já levou uma sacolinha retornável para fazer compras?

Tempos para cá, muita coisa aconteceu. Mudanças grandes, saí da redação em que trabalhava em editorias estanques, saí da casa da minha mãe, onde meu espaço era separado pela porta que, em geral, eu fechava para me sentir mais "em contato" comigo...

Conheci um cara que mudou e muda, a cada dia que acordo ao seu lado, a forma como me relaciono com o mundo, porque ele me ajuda a acreditar na confiança que tenho de ter em mim, em nós, e, especialmente, no mundo onde vivemos, este sim, coletivo e integrado. E me casei com ele, porque, com ele, minha casa faz parte do mundo e se abre para a vida. Desde o shampoo, à organização da comida, dos sacos de lixo, do iogurte e chegando à nossa relação a dois, tentamos fazer tudo da forma mais orgânica que podemos.

Porque hoje acredito que um compromisso consciente com "O MUNDO" começa dentro da minha casa. Dentro da minha mente, ao alcance dos meus braços. É saber olhar e ver o outro na tua frente. E ver o outro. Entende?

Muito diferente de panfletos vazios, gritos que xingam e culpam os governos, os políticos e os patrões, que, enfim, insistimos em projetar como as tetas da mamãe que acreditamos ainda poder mamar e sugar, sem se responsabilizar, sem um compromisso real, pessoal, de cada um, está uma responsabilidade consciente e extremamente pessoal. "Íntima e pessoal".

E isso, queridos, não pode ser imposto. Não é supostamente alertando "os companheiros" sobre um suposto "cuidado com o esquerdismo tosco" que conseguiremos ir muito além de meia dúzia de xingamentos mútuos, catarses coletivas de infantilidade passiva, e resultados muito aquém do amor que O MUNDO precisa...

A consciência coletiva é uma grande conquista adquirida depois que decidimos parar de culpar o que nos é externo e iniciamos uma nova perspectiva, na qual tudo é uma coisa só. E não há mundo que mude sem que iniciemos uma grande mudança em nós mesmos. Concorda?



terça-feira, 3 de março de 2009

Vacuidade e compaixão

Posted: 02 Mar 2009 06:01 PM PSTO

Buda disse:

Saiba que todas as coisas são assim:
Uma miragem, um castelo de nuvens,
Um sonho, uma aparição,
Sem essência mas com qualidades que podem ser vistas.
Saiba que todas as coisas são assim:

Como a lua num céu brilhante
Em algum claro lago refletida,
Ainda que para aquele lago a lua jamais se moveu.
Saiba que todas as coisas são assim:

Como um eco que provémDa música, sons e lamentos,
Embora nesse eco não haja melodia.
Saiba que todas as coisas são assim:

Como um mágico que fabrica ilusões
De cavalos, bois, carroças e outras coisas,
Nada é como parece.

A contemplação dessa qualidade da realidade em que ela é similar ao sonho não precisa de modo algum nos deixar indiferentes, desesperançados ou amargurados. Ao contrário, ela pode revelar em nós um humor cálido, uma suave e forte compaixão que mal sabíamos que existia em nós, e uma generosidade cada vez maior para com todos os seres e coisas.

O grande santo tibetano Milarepa disse: "Ao ver a vacuidade, ter compaixão". Quando através da contemplação vemos de fato a vacuidade e a interdependência de todas as coisas e de nós mesmos, o mundo se revela numa luz mais brilhante, fresca e viva, como a rede de jóias com infinitos reflexos de que falava o Buda.

Então, já não temos que nos proteger, nem precisamos fingir, e aos poucos se torna fácil fazer o que nos diz o conselho de um mestre tibetano [Chagdud Tulku Rinpoche]:

Reconheça sempre que a qualidade da vida é como a de um sonho e reduza o apego e a aversão. Pratique a boa vontade com todos os seres. Seja amoroso e compassivo, não importa o que os outros façam. O que eles farão não tem tanta importância quando você vê tudo como um sonho. A arte é manter a intenção positiva durante o sonho. Esse é o ponto essencial. Essa é a verdadeira espiritualidade.

Sogyal Rinpoche (Tibete, 1947 ~)"O Livro Tibetano do Viver e do Morrer"

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Prece do Bodhisattva

Através do mérito das ações virtuosas
Que realizei e irei realizar
Possam todos os seres sencientes aspirar
À mais alta iluminação.
Que todos os seres sencientes possam ter faculdades cristalinas,
Livramento de todas as condições de opressão,
Liberdade de ação,
E engajamento no modo de vida correto.
Também possam todos os seres sencientes
Ter jóias em suas mãos,
E possam todas as necessidades ilimitadas da vida permanecer
Dormentes enquanto houver existência cíclica.
Possam todas as pessoas de todos os tempos
Nascer de maneira vantajosa.
Possam todos os seres sencientes ter
A inteligência da sabedoria e as pernas da moralidade.
Possam todos os seres sencientes ter compleição prazeirosa,
Bom físico e grande esplendor,
Aparência agradável,
distância da doença,
Força e longa vida.
Possam ser todos hábeis nos meios de extinguir o sofrimento
E ter a liberação de toda dor,
Inclinação à prática espiritual,
E grande abudância de ensinamentos espirituais.
Possam eles ser adornados por amor, compaixão, alegria
Mente serena sem emoções aflitivas,
Generosidade, moralidade, paciência, esforço
Concentração e sabedoria.
Completando as duas coleções de mérito e sabedoria
Possam eles, fisicamente, ter traços brilhantes e belas características
E possam eles cruzar sem interrupção
Todo o percurso do desenvolvimento espiritual
Possa eu também ser adornado completamente
Com essas e todas as outras boas qualidades,
Ser libertado de todos os defeitos,
E ter amor superior por todos os seres sencientes.
Possa eu aperfeiçoar todas as virtudes
Pelas quais todos os seres sencientes têm esperança,
E possa eu sempre aliviar
O sofrimento de todos os seres corporificados.
Possam aqueles seres de todos os mundos
Que estão aflitos em medo
Se tornar totalmente corajosos
Mesmo apenas por ouvir meu nome.
Por me ver ou pensar em mim ou apenas escutando meu nome
Possam todos os seres alcançar grande alegria,
Naturalmente livres do erro,Decididamente em direção à completa iluminação,
E às cinco clarividênciasAtravés do seu fluxo de vidas.
Possa eu sempre, de todas as maneiras, trazer
Ajuda e felicidade a todos os seres sencientes.
Possa eu sempre, sem causar danos,
Simultaneamente pararTodos os seres de todos os mundos
Que queiram cometer ações negativas.
Possa eu sempre ser um objeto de alegria
Para todos os seres sencientes de acordo com seu desejo
E sem interferência, como o são a terra,
Água, fogo, vento, ervas e florestas selvagens.
Possa eu ser tão querido aos seres sencientes como suas próprias vidas
E possam eles ser ainda mais queridos a mim.
Possam suas ações negativas frutificar em mim,
E todas as minhas virtudes frutificar neles.
Enquanto houver um único ser senciente,
Em qualquer lugar, que não esteja liberto,
Possa eu permanecer no mundo, para o bem desse ser
Embora eu tenha alcançado a mais alta iluminação.
Se o mérito de dizer issoTivesse forma, ela nunca caberia
Em conjuntos de mundos tão numerosos
Quanto os grãos de areia do Rio Ganges.
O Iluminado assim disse,
E a razão disso é:
A infinitude do mérito de desejar ajudar infinitos reinos
De seres sencientes é como a infinitude desses seres.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A importância do mestre para a nossa Bodhicitta


É importante lembrar que no Budismo Tibetano uma grande ênfase é dada à importância do mestre ou lama. Tal ênfase ocorre porque a razão pela qual seguimos a tradição do Buddhadharma é que estamos tentando praticar os ensinamentos de Buddha da maneira autêntica, de forma que possamos atingir o mesmo despertar insuperável quanto o próprio Buddha.

Nossa intenção não é somente atingir o mesmo despertar, mas também ser de completo benefício para os outros seres até que o samsara, ou a existência cíclica, esteja esvaziado. Tal intenção, chamada Bodhicitta, ou mente do despertar, é a base de nosso caminho. Para que sejamos capazes de atingir este despertar que buscamos, a fonte de nosso Dharma, a fonte dos ensinamentos que recebemos e praticamos precisa ser livre de qualquer aflição mental e suas causas. É preciso que tal fonte possua o resultado, as qualidades da plena realização que queremos obter.

O caminho começa com a tomada de refúgio com tal pessoa, e então o caminho consiste em uma combinação entre nosso próprio esforço, nossa própria resolução, nossa própria Bodhicitta e a orientação que recebemos de nosso mestre. Esta combinação produz o resultado do despertar. Sem todas estas condições presentes, sem um mestre, se tentarmos achar o caminho por conta própria, é improvável que tenhamos sucesso.

A ignorância é a causa da existência cíclica, ou samsara. Fundamentalmente, a ignorância é confundir aquilo que não é um "Eu" como sendo um "Eu", e então nomear aquilo que não é nada além de nós mesmos como sendo outro. Na base dessa confusão do "Eu" e do outro, nós geramos apego, aversão, apatia, e assim por diante. Nós somos muito parecidos com alguém que está profundamente adormecido e incapaz de acordar de um sonho ruim, mesmo querendo fazê-lo. Nós simplesmente precisamos que alguém venha nos acordar.

Uma outra forma de entender é ver isso como o processo do caminho como o crescimento de uma árvore ou uma flor.Para que o crescimento aconteça, é preciso a semente apropriada, mas a semente por si só não é suficiente. Precisamos das condições adequadas nas quais tal planta possa se desenvolver – o solo adequado, água e a luz do sol. A prática do Dharma e a realização do despertar são assim, uma atuação da reunião de várias condições interdependentes.As fontes de refúgio na tradição budista são o Buddha (o desperto), o Dharma (seus ensinamentos), e a Sangha (a comunidade de praticantes e mestres). Tomar refúgio neles significa considerar o Buddha como um mestre, um exemplo do despertar; considerar o Dharma como o caminho do; e considerar a Sangha como guia e companhia no caminho.

Um Buddha é definido como alguém que erradicou por completo todas as aflições mentais, juntamente com suas causas e é, portanto, totalmente liberto e desperto. Como resultado, o Buddha é completamente livre de medos. Do seu próprio ponto de vista, isso ocorreu por ele ter erradicado tudo aquilo que havia para ser erradicado e por ter realizado tudo aquilo que havia para ser realizado. Do ponto de vista de outros, o Buddha é também livre de qualquer medo em proclamar a natureza do caminho, assim como em proclamar os impedimentos no caminho e suas dissoluções.

Uma vez que o Buddha é completamente livre de qualquer medo ou hesitação, ele é o supremo, autêntico e completo professor.Ainda assim, o Buddha não pode simplesmente remover com as mãos o sofrimento de todos os seres sencientes, nem pode literalmente transferir ou dar a quem quer que seja as suas qualidades ou realizações. A atividade principal do Buddha é então ensinar – ensinar a natureza de todas as coisas, ensinar métodos através dos quais nós remover todas as falhas que nos afligem e apresentar um mapa do caminho e uma compreensão do destino e da meta ao qual o caminho conduz.

Então, tais ensinamentos conhecidos como Dharma, chamados de Saddharma ou Dharma genuíno, consistem em como lidar com todos os problemas que surgem no caminho. Tais ensinamentos consistem em remédios e soluções específicos para problemas específicos, tais como os remédios para certos tipos de aflições mentais, e como proceder quando tais e tais tipos de pensamentos surgem, e assim por diante. De maneira geral, uma vez que nós sofremos basicamente de três principais tipos de aflições mentais – apego, aversão e ignorância – há três tipos de ensinamentos: o Vinaya (disciplina), os Sutras (os discursos) e o Abhidharma.

Para que possamos realmente praticar tais ensinamentos, para de fato praticar o Dharma, nós precisamos ter a orientação de um amigo espiritual.Ainda que o Buddha pareça ter passado ao Parinirvana há 2500 anos, o Dharma ainda se faz presente através de sua atividade compassiva. Se não houvesse ninguém para nos indicar o caminho, ninguém para nos introduzir no caminho e nos apresentar o Dharma, não teríamos acesso verdadeiro a ele. Então, não só precisamos do Buddha e do Dharma, mas necessitamos também da Sangha, a comunidade de praticantes. E entre todos os membros da Sangha, o professor ao qual chamamos de lama ou guru é especialmente importante. Como é dito nos ensinamentos Vajrayana: “o guru é o Buddha, o guru é o Dharma, o guru é o glorioso Dodje Tchang (Vajradhara)”, porque é o guru que realiza todas as coisas. Isso significa que o guru em sua forma física, em seu corpo, é o mais importante membro da Sangha, pois ele é a corporificação da Sangha. A própria fala do guru que é a essência do Dharma. Desse modo, ele é a corporificação do Dharma. A mente do guru, sendo ele verdadeiramente qualificado, é como a mente do Buddha.

Fonte: http://www.kttbrasil.org/v2/index.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=91

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Lambuze-se!

Dica de poema enviada pela linda amiga Rê Van Boekel, lambuzem-se!


Lambuze-se
de Mário Quintana


"Não coma a vida com garfo e faca.Lambuze-se!Muita gente guarda a vida para o futuro.Mesmo que a vida esteja na geladeira, se você não a viver, ela se deteriorará.

É por isso que tantas pessoas se sentem emboloradas na meia-idade.Elas guardam a vida, não se entregam ao amor, ao trabalho, não ousam,não vão em frente.

Não deixe sua vida ficar muito séria, saboreie tudo o que conseguir:as derrotas e as vitórias, a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz você precisaaprender a gostar de si, a cuidar de si e, principalmente,a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do Jardim paraque elas venham até você.'